Espaço de debate, crônica crítica do cotidiano político paraense e de afirmação dos pressupostos de construção de um Pará e Brasil Democrático e Socialista!

Editor: José Trindade



quinta-feira, 30 de setembro de 2010

GRANDE COMÍCIO DA VITÓRIA!!!






Proposta Democrática 13.

ELES PASSARÃO. EU PASSARINHO!

Nestas últimas semanas a grande mídia tem construído um forte discurso de comprometimento das instituições democráticas. O fundo do poço em que chegou a candidatura tucana acabou por ser a senha de um “vale tudo” eleitoral, acirrado a cada semana em que o impacto da nova denúncia não surtia o efeito necessário ou programado no quartel general da candidatura Serra.
Início de setembro, Serra bate a lona, cai para 25% no Ibope, ao mesmo tempo Dilma cresce e atinge aquela altura aproximadamente 56%. Neste momento, a elite política midiática reesquenta de imediato as denúncias de violação do sigilo fiscal de um grupo restrito do PSDB, entre eles o vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas. A demora de resposta por parte da Receita Federal e do próprio PT gerou uma primeira carga de constrangimento sobre Dilma, que ao não tergiversar sobre o assunto e impor a obrigatoriedade da investigação acabou por impor denúncia vazia para Serra e companhia. Vale mencionar que a carga acabou virando contra o criador quando da reportagem de Carta Capital (n. 613) sobre o envolvimento de Verônica Serra na quebra de sigilo bancário de quase 60 milhões de brasileiros. A frente tucana optou por buscar outros “fatos”, na medida em que este parecia contaminado com a dupla conseqüência de respingo pessoal (familiar) e baixo impacto político. 
Em seguida, a tropa de choque tucana, leia-se grande mídia, especialmente os jornalões e as revistas associadas (“as oito ou nove famílias” que tomam conta dos meios de comunicação: rádios, jornais impressos e tv’s e agem como partido político das elites tupiniquins), passaram a agir conforme um diapasão a busca da freqüência de ressonância que quebrasse a linha de crescimento da candidatura Dilma.  O achado ou descoberta veio na forma dos “filhos de Erenice”. A ex-ministra da Casa Civil foi submetida ao fogo cruzado durante duas semanas seguidas durante o setembro udenista, até que a insustentabilidade de sua permanência no cargo a obrigou a renunciar. A faina udenista do PSDB e o golpismo midiático buscaram estabelecer ligação desses fatos com a candidata petista, deram com os burros n’água. A pesquisa Sensus divulgada em 14 de setembro explicitou que somente “12,4% dos entrevistados mostraram-se abertos a eventualmente mudar seu voto, contra 72,7% que disseram já ter definido seu candidato”. Ao não colar a tentativa de ligação do “caso Erenice” com Dilma, o comando tucano entrou em parafuso, convergindo de forma crescente para uma estratégia do tipo “terra arrasada”.
O movimento seguinte foi o de coscuvilhar qualquer membro ministerial, o que levou a ter como alvo fixo das botocudas tucanas o ministro da Secretaria de Comunicação Franklin Martins. No mesmo tom inconseqüente e de “tudo as favas” o tucanato passa a flertar com o populismo mais piegas, algo que vai desde o anúncio de 13° para a Bolsa Família, o mesmo programa que a bem pouco tempo os serristas tinham como “fábrica de vagabundos”, até o uso do ranço golpista da grade mídia e alimentar a “povofobia” da classe média. Esse arremedo udenista culmina no “ato contra o autoritarismo” realizado na Faculdade de Direito do Largo são Francisco no Rio de Janeiro, o referido ato reúne não mais que 150 pessoas e, novamente, seus risíveis patrocinadores se encolhem em sua insignificância.
O “submundo da política”, como declarou Dilma recentemente, ou algo mais grave o udenismo golpista, não tergiversou quando viu cair por terra suas inúmeras tentativas de desmonte da candidatura do PT. Assim, agora buscou construir uma nova frente de embate: a frente religiosa. O potentismo na criação de mentiras foi além do mundo mineral e busca agora nas forças espirituais se estabelecer. O conjunto de falsas declarações postadas na internet e tendo como alvo tanto as comunidades católicas quanto evangélicas, parece ser a enésima e, esperemos derradeira tentativa de se impor forçadamente a consciência viva da sociedade brasileira.
Parafraseando Mário Quintana: Eles passarão. Nós passarinhamos!
Bom Voto! Bom Dilma!  Bom Ana!     

DEMOCRACIA 13.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

ANA JÚLIA APRESENTA PLANOS E CRITICA “PESCARIA DE NÚMEROS” DE JATENE

Ana Júlia (PT), candidata à reeleição ao governo do Pará,  saiu tranquila do debate na TV Liberal no final da noite de ontem e animada pela onda vermelha  para a vitória nas urnas, no próximo domingo.  Atacada pelos três adversários que foram ao debate, Ana Júlia foi a única que conseguiu mostrar propostas concretas para continuar mudando o modelo extrativista do estado, além de desmontar o que chamou de “pescaria de números” do adversário Simão Jatene (PSDB), que segundo Ana Júlia, tenta confundir o eleitor com dados imprecisos.
Ana Júlia disse,  ao final do debate, que  cumpriu suas promessas do atual mandato, não prometerá milagres, mas adiantou que dará continuidade às profundas transformações econômicas e sociais que tem feito,  apoiada pelo governo federal.
Ela agradeceu aos apoios que tem recebido: “Chegamos até aqui graças ao apoio que tenho recebido do povo em todos os lugares por onde eu ando”, disse, explicando ainda que é motivada pela população que teve sua vida melhorada em seu governo, e citou exemplos. “Tive a felicidade de conhecer a Edilene,  que me apresentou o seu bebê,  David,  que foi salvo pela UCI neonatal em Castanhal, a Aline, que conseguiu emprego graças ao Bolsa Trabalho”.
Ana Júlia lembrou ainda que  deu oportunidade para que os policiais recebam gratificação de 40% por dedicação em tempo integral, bateu recorde de empregos, entre outras melhorias. “Fizemos mais do que prometemos e faremos muito mais, com o seu apoio”, disse.
O debate de ontem foi o último a ser realizado antes das eleições de 1º turno. O programa foi intermediado pelo jornalista José Raimundo e teve duração de duas horas, iniciando às 22h45. O debate foi retransmitido pelo Portal ORM.
O candidato Domingos Juvenil (PMDB) perguntou a Ana Júlia como ela resolverá o déficit habitacional. Arquiteta, a candidata explicou que fará 80 mil moradias em seu próximo mandato, e que seu governo atual tem três frentes de ação no setor. “Estamos investindo e priorizando projetos habitacionais com saneamento básico, onde as pessoas possam viver melhor.  “Entregamos 8 mil casa e mais 27 mil sendo construídas. No PAC do Pará temos quase R$ 3 bilhões garantidos para fazer 80 mil casas”, disse. “Nós praticamente dobramos os recursos para habitação no nosso governo, mas precisamos também criar  um sistema que melhore o acesso da população às habitações”, afirmou Ana Júlia.
No segundo bloco, Jatene dirigiu sua pergunta para Ana Júlia. Ele tentou desmentir que deixou déficit orçamentário em seu governo. Ana foi direta na resposta:  “Além do déficit, não tinha viaturas, equipamentos, coletes e a polícia usava armamentos que apreendia com bandidos”, disse a candidata. “Claro que ainda temos problemas de segurança no estado, mas investimos 67% a mais em segurança. O Pará precisa dar continuidade a essas transformações, para deixarmos de ser um estado meramente exportador. Por isso, candidato, vamos continuar transformando, vamos fazer  muito mais, como a fábrica de chocolates de Medicilândia e o maior pólo de biodiesel do mundo”, afirmou.
Quando dirigiu sua pergunta à Jatene, Ana Júlia lembrou que o governo tucano foi marcado por privatizações e arrocho salarial para os servidores, que acumularam mais de 70% de perdas. Jatene negou e em vez de responder a privatização da Celpa, disse que Ana Júlia quer privatizar a Cosanpa, o que Ana Júlia jamais cogitou. “Não fizemos acordo e somos contra a venda da Cosanpa. (Quanto aos servidores) demos ganho real não só para aqueles que ganham salário mínimo, mas níveis médio e superior, auxílio- alimentação e gratificação a vários setores.
No quarto bloco, Jatene voltou a se dirigir à Ana Júlia. Ele disse que ela “usa” imagens do presidente Lula  e afirmou que conseguiria trazer a Copa para o Pará, como se a decisão pelas localidades que receberão os jogos de 2014 fossem do presidente, e não da Fifa.
“O Pará fez um dos maiores projetos, mas fomos injustiçados pela Fifa. Mas o Pará está sendo beneficiado pelas obras que seriam feitas pela Copa, como a melhoria viária. As obras do Ação Metrópole  estão sendo feitas. Ganso não foi convocado para a Copa, foi uma injustiça e não achamos que ele seja culpado por isso”, disse. Ana Júlia disse ainda, sobre sua parceria com Lula: “O Pará esperava há anos que o Tocantins voltasse a ser navegável.  Foi agora, no governo Lula, que conseguimos. Antes de eu assumir,  fui com o presidente Lula dizer  que não podíamos continuar sem navegação no rio. Agora vamos distribuir o tráfego pesado das rodovias, criando um sistema de transporte integrado. Nossos rios são nossas estradas também. Lula assinou várias ordens de serviços para pavimentação da Transamazônica e já temos também a  Santarém-Cuiabá”, disse.
Ana Júlia frisou ainda que não entende como um grupo que governou o estado por 12 anos não tenha conseguido fazer obras tão importantes, como ela conseguiu com Lula. “A parceria com o governo federal é essencial ao estado. Não seria possível termos já aqui o maior pólo de biodiesel do mundo, não poderíamos ter a siderúrgica sem essa parceria. Aliás, siderúrgica que  tinha sido perdida pelo governo anterior para o Maranhão (em seu governo)”.
MILITÂNCIA - Ana Júlia Carepa foi a primeira candidata a chegar para o debate da TV Liberal. Antes de entrar nas dependências da emissora,  foi cumprimentar a militância que estava concentrada nas proximidades. Centenas de apoiadores saudaram a petista, abraçando-a e posando para fotos com ela. Ao final do debate, Ana Júlia deu entrevistas à repórteres de jornais de circulação nacional e da Rede Pública de Rádio e Televisão da Guiana Francesa, que acompanharam o debate.
Ana Júlia foi recebida com festa por dezenas de militantes que a recepcionaram na entrada do estúdio da TV Liberal, com bandeiras e gritos de “já ganhou”. No momento do debate, cerca de mil militantes se concentraram na Travessa Rui Barbosa, esquina com a Avenida Nazaré, onde assistiram e analisaram atentamente, através de um telão, as propostas dos quatro candidatos.
No local, o clima era de festa e de confiança na reeleição de Ana Júlia.  “Ana Júlia foi específica em tudo o que disse, foi clara nas propostas apresentadas. Por isso, é Ana Júlia de novo, ela merece mais uma chance para fazer mais e mais pelo Pará”, disse a enfermeira Joice Teixeira.
Um mar de bandeiras coloridas, de candidatos majoritários e de proporcionais da coligação Acelera Pará, formou-se na Travessa Rui Barbosa.  Para o contador Franklin Barbosa, Ana Júlia foi a candidata que apresentou as propostas mais consistentes. “Achei (Ana) segura, empenhada em mostrar as propostas. Quando o tema foi habitação, Ana Júlia provou que tem mais conteúdo e propostas consistentes”, disse Franklin.
Já a decoradora Luciléa Souza, elogiou o Programa de Aceleração do Crescimento do Pará, o PAC do Pará. “Os outros candidatos restringem o PAC do Pará a obras de saneamento, mas ele (PAC) é muito mais, é um projeto de vida”, destacou Luciléa.
O estudante universitário Paulo Alkhaly disse que a candidata petista é a mais preparada para governar o Estado. “Ana Júlia foi bem transparente ao apresentar suas propostas, ela é a mais preparada para governar. Os outros candidatos só enrolam ou atacam. Projetos como o Ação Metrópole e o PAC do Pará vão continuar desenvolvendo nosso Estado. E as escolas técnicas, que ela garantiu construir, no próximo governo, vão melhorar muito a educação dos jovens, principalmente do interior”, disse o estudante. Ao final do debate, a candidata petista foi recebida com bandeiras e aplausos, por militantes que a aguardavam na saída do estúdio da TV Liberal. Agitando bandeiras, a militância  tirou fotos e abraçou a candidata com entusiasmo, em clima de “já ganhou”.


Fonte: Site Ana Júlia 13 http://www.anajulia13.com.br/



Proposta Democrática 13.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

RENOVANDO A ESPERANÇA NO DIA D

Companheiros e companheiras,
Estamos mais uma vez próximos do dia D das eleições, o dia que todos depositam seus votos de esperança por um futuro melhor.
Há 4 anos era exatamente este o sentimento que pairava no coração de cada paraense. O resultado foi a vitória nas urnas da coligação que estava propondo mudanças, pois depois de 12 anos de governo do PSDB  não tinha mais como aceitar a situação de calamidade que se encontra o Pará. Elegemos, então, Ana Júlia como nossa governadora.
Quatro anos passados, temos a certeza que as mudanças propostas por Ana Júlia foram realizadas. Vivemos em um estado mais promissor, o governo não privilegia apenas uma pequena camada da sociedade. Aos paraenses foi dada a esperança de ter seus sonhos convertidos em realidade. A geração e a melhoria na qualidade do emprego; a geração de mais oportunidades de negócio; a efetividade da inserção da juventude nas políticas públicas, assim como sua capacitação; o início da verticalização produtiva; a preocupação com o planejamento urbano; a inclusão digital; a regularização fundiária; a reforma e ampliação de escolas e hospitais, entre outras tantas ações do atual governo, nos dão respaldo para, com muita humildade, querer mais quatro anos de governo para continuar fazendo mudanças em nosso estado.
Não tivemos em 12 anos de PSDB no Pará alterações tão profundas e verdadeiras em nosso estado como as que estamos vivendo agora. Isso é fato!
Não podemos deixar que o trabalho de agora seja jogado fora. Não podemos voltar aos tempos da idade média tucana!
Vamos com força total neste dias que antecedem o dia D, o dia que renovaremos nossa esperança com Ana Júlia 13.


Proposta Democrática 13.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

REDENÇÃO E MARABÁ CONFIRMAM APOIO DO SUL DO PARÁ A ANA JÚLIA

A candidata à reeleição para o governo, Ana Júlia Carepa (PT), foi aclamada em dois comícios neste sábado, 25, em Redenção e Marabá, no sul do estado. Em Redenção, Ana Júlia e o candidato ao Senado, Paulo Rocha, foram recebidos no aeroporto por cerca de mil militantes.

Uma carreata com mais de 500 carros percorreu, em Redenção, os bairros Santos Dumont, Entroncamento, Serrinha, Bela Vista e Centro, desde a BR-158, avenidas Araguaia e Brasil, Thompson Filho, Otávio Batista Arantes, Teles Villas Boas, Robson Gurjão , Santa Teresinha e Praça do Mogno, onde um comício com a participação de três mil pessoas saudou os candidatos a Frente Popular Acelera Pará.

Redenção tem cerca de 80 mil habitantes, dos quais cerca de 40 mil são eleitores. A principal atividade econômica do município é a pecuária. Ana Júlia e Paulo estiveram antes em Marabá, onde participaram de um comício no bairro da Liberdade, que reuniu em torno de quatro mil pessoas.

“Não é a primeira nem a segunda vez que venho aqui, sempre trazer obras e serviços. Não vou perder tempo para falar mal de ninguém”, disse ela, ao informar que já garantiu 10 quilômetros de asfaltamento e colocou para funcionar o hospital de Redenção, equipou, contratou médicos e técnicos e recentemente entregou uma ambulância. Ela informou que no dia 30 seu governo inaugurará em Redenção uma Unidade de Cuidados Intermediários (UCI), no hospital municipal. “São R$ 240 mil só em equipamentos”. Segundo ela, uma das 42 Unidades de Pronto Atendimento (UPA) que serão feitas no Estado ficará em Redenção.

Ana Júlia lembrou também que criou o Pará Duas Rodas, que já atendeu 350 mototaxistas em Redenção, com linha de crédito para adquirir motos novas. Ela informou também que 500 jovens do município recebem Bolsa Trabalho, para concluir estudos e se qualificar para o trabalho.

Energia - “Eles adoram privatizar o que não é deles, privatizaram a Celpa, a conta aumentou e o serviço piorou”, disse ela, para informar que ela isentou e deu descontos no ICMS da energia para quem c onsome de 100 a 150 quilowatts de energia, beneficiando 4 milhões de pessoas.
 “Enquanto isso nós criamos o Bolsa Trabalho, que já atendeu 70 mil jovens, 22 mil dos quais já conseguiram emprego com carteira assinada”.

Ana informou que vai investir R$ 1,4 milhão para recuperar as escolas deuzuita Queiroz e Dona Benta, em Redenção. “Investimos em educação, saúde e segurança é melhorar a qualidade de vida das pessoas”, disse ela, ao informar que fará uma unidade básica de saúde, um dos 111 postos de polícia comunitária previstas para todo o estado e quatro quadras de esporte em escolas estaduais do município, além de uma unidade regional do Instituto Médico Legal (IML).

“Meus opositores quiseram me ofender me chamando de diarista, porque tive de arrumar a bagunça que eles deixaram no Estado, mas eu me orgulho de não ter medo de trabalho. Sou diarista, com muita honra”, disse ela, ao lembrar que os mais pobres têm direito a advogados e que seu governo investiu na Defensoria Pública.

Ela lembrou também que assinou a lei de regulamentação fundiária em Redenção, o zoneamento ecológico-econômico, o Cadastro Ambiental Rural, a GTA eletrônica. “E eu não deixo mais a nossa riqueza sair pelo trilho, porque o governador passado já havia perdido a siderúrgica da Vale para o Maranhão e foi a Dona Diarista aqui que trouxe de volta”, disse.

Siderúrgica - A outra luta foi trazer a siderúrgica para o sul do Pará, resolvendo impasses como a conclusão das eclusas, a hidrovia do Tocantins-Araguaia, a pavimentação da Transamazônica e da Santarém-Cuiabá. “Tudo isso para trazer a siderúrgica para o sudeste do Pará e com emprego garantido para quem vive na região, porque a Vale só vai contratar que comprovar que vive há dois anos no Pará.

O frigorífico implantado em Redenção, segundo ela, só veio porque o governo tomou todas as providências para livrar o Pará do embargo da carne do Ministério Público Federal. “Estamos batendo recorde na geração de emprego, com quase 40 mil postos de trabalho nos últimos 12 meses. Sem novas indústrias não teríamos condições de fazer isso, mas não é simples. Se fosse, eles teriam feito. Foi preciso vir uma mulher para resolver esses problemas”, assinalou, ao pedir uma oportunidade para aprofundar as conquistas que iniciou. “Agora vamos acelerar, porque a Dona Diarista aqui já arrumou a casa.”

Rumo certo – Paulo Rocha assinalou que no Pará, com Lula e Dilma, Ana Júlia está colocando o Pará no rumo certo,e  junto com os prefeitos, está resolvendo os gargalos e problemas dos municípios, disse ele, ao lembrar os investimentos em infraestrutura, como asfalto participativo e o kit de patrulhas mecanizadas para recuperar estradas e vicinais e melhorar o escoamento da produção.

“O Lula, para resolver os problemas do País precisou de mais quatro anos. Por isso é fundamental reeleger a Ana Júlia para que ela possa fazer mais e melhor pelo Pará, com bolsa trabalho e NavegaPará para qualificar a juventude para o trabalho”.

Oito prefeitos participaram do comício em Redenção: Álvaro Brito, de Conceição do Araguaia, Davi Passos, e de Xinguara, Valber Milhomem, de Bannach, Walter José da Silva, de Rio Maria, Peti, de Cumaru do Norte, Luciano Guedes, de Pau D’Arco, Manoel Josino, de Sapucaia, Celso Lopes Cardoso, de Tucumã, além de vereadores de vários municípios da região sul do Pará.

Fonte: Site Ana Júlia 13 http://www.anajulia13.com.br/.



Proposta Democrática 13.

domingo, 26 de setembro de 2010

PAPEL

Neste final de semana demos uma virada geral. Os que faltam com a verdade e soluçam a cada esquina o retrocesso estão miúdos e cabisbaixo. A verdade e o futuro permanecerá. Caminhamos no Conj. Maguari, na Marambaia, no Paulo Fonteles. Com a moçada das "Estações 13" estamos caminhando para a consolidação do projeto Democrático e Popular. 

Postamos, para apreciação, poesia do companheiro Zé Lins, para que este final de domingão continue no rumo da nossa naus, bom final de domingão e excelente início de semana, rumo a vitória! (do Coletivo Proposta Democrática 13):

Ontem entreguei mil panfletos,
passei mão a mão meus quereres,
satisfiz meus desejos,
consumi meu papel!

Eis que de manhã a ansia do café,
o mal dizer do teu olhar
despertou sereno
meu desalento.

Compus mil twitters,
frequentei todos os blogs.
Insatisfeito impus idéias ao ar.

Idéias, quantas temos?
Falar, suar, nenhuma idéia!
Idéias, quantas cedemos!
Falar, suar, tantas idéias.

Ontem entreguei panfletos coloridos,
panfletos de mil amares,
panfletos de ditos,
leituras de malibares!

Ontem me esforcei feliz no convencimento,
palavra, palavra
idéias jogadas
panfletos entregues!

Ontem entreguei mil panfletos.
Forjei mil sonhos!

sábado, 25 de setembro de 2010

OS NÃO MOTIVOS DO IBOPE

Estamos a sete dias das eleições e normalmente teriamos pesquisa do Ibope estampada nas páginas dos jornalões locais. A pergunta que não cala é porquê, frente a prática costumeira daquele instituto, o mesmo na semana derradeira do processo eleitoral não registrou nenhuma pesquisa no TRE e, obviamente, não teremos novo factóide pró-tucanato. Alguns irão encontrar explicações no custo e na impossibilidade dos jornalões financiarem a mesma ou, como querem os mais radicais da defesa da "neutralidade" da imprensa tupiniquim que a mesma fez a opção por financiar e publicar somente a pesquisa de boca de urna.

O histórico de erros do Ibope e outros institutos no Pará é conhecido, e não vamos discorrer sobre o mesmo (somente para citar o caso da eleição de 2006 envolvendo a hoje governadora e o candidato Almir, é um caso emblemático). Alguns aspectos metodológicos talvez sejam descurados pelos institutos de opiniões, sendo que no caso do Pará dois elementos amostrais deveriam ser melhor considerados: i) o peso das cidades médias (acima de cem mil habitantes); ii) o custo de realização de uma pesquisa, de fato microrregionalizada, dada as características geográficas paraenses. Bem, não consideramos e relevamos uma possível interferência casuística sobre a pesquisa, entretanto qualquer amostra que não leve em conta os dois fatores acima, provavelmente incorrerá em desvio ou erro amostral comprometedor da mesma.
Consideramos que o não registro e publicação de uma pesquisa que apontasse o "fato" real  da presença do Presidente Lula em Belém nos parece um grande casuísmo. Há de se observar ainda que a construção de uma percepção de "já ganhou" a fim de induzir, via mídia, o eleitor é a prática corriqueira dos nossos inimigos.

Tudo nos leva a crer que o não registro de tal pesquisa acompanha a seguinte seqüencia lógica: i) publica-se duas pesquisa seguidas afim de "dar gás" ao tucanato e desestimular a militância petista; ii) as margens de erro são maiores e, provavelmente, procede-se a cálculo amostral não totalmente preciso; iii) a vinda de Lula impulsionou nossa candidatura, o que alimentou uma crescente onda vermelha e, portanto não interessa dar conhecimento a opinião pública de que Ana já virou e ganhar de virada e sempre mais gostoso; iv) a não publicação possibilita que continuem utilizando dados velhos e não verdadeiros.

O Proposta Democrática 13 estimula nossa militância a enxergar neste fato um episódio importante na nossa caminhada rumo a reeleição do projeto democrático e popular e, em todas as frentes, reforçarmos nossas ações, marcando o domingo e os próximos sete dias com uma estratégia de ocupação total dos espaços na região metropolitana e nas principais cidades médias.

A vitória está nas nossas mãos e como Geraldo Vandré tanto entoou "quem sabe faz a hora não espera acontecer"!

Proposta Democrática 13

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

PARA ALÉM DO DISCURSO TUCANO

Depois de 12 anos de um governo que olhava só para o próprio umbigo, que não dava atenção merecida à população mais carente, que não via os jovens como também responsáveis pelo desenvolvimento de nosso estado, o governo Ana Júlia começa a mudar o cenário deixado pelo governo tucano.
É importante lembrá-los, companheiros e companheiras, que apenas 4 anos não é tempo suficiente para alterar em sua totalidade o quadro de abandono resultante de mais de uma década de desgoverno tucano. É sempre oportuno observar o caso do presidente Lula. No primeiro governo ele foi duramente acusado de não ter feito alterações profundas que tanto aspirava. Ora, depois de tanto tempo de gestão tucana, a primeira coisa que deveria ser feita era arrumar a casa. Arrumar a casa no governo Lula significou não só mudar os hábitos do governo tucano (hábitos pautados em princípios liberalizantes, de privatizações, entre outros), mas principalmente de inserir na pauta de discussão do Estado a questão social como sendo fundamental. Não foi só uma mudança de governo, significou mudança de paradigma. Essa é a verdade. O governo a partir de então passou a mostrar o Brasil como ele é: com pobreza e desigualdades. A coragem e a capacidade de enfrentar os problemas historicamente enraizados no país marcaram o governo Lula e fez dele o que é hoje. 
No Pará, a situação não foi diferente. Tivemos mais tempo de desgoverno tucano no estado do que no plano nacional. Como não é difícil de constatar, os efeitos perversos foram maiores. O modelo de desgoverno do tucanato estadual não diferia do nacional: construção das famosas ‘grandes obras’ como uma carta na manga na hora de pedir votos, privatização e, principalmente, ausência de políticas sociais efetivas.
Acrescenta-se a isso a ausência de projeto de planejamento de médio e longo prazos, de planejamento do desenvolvimento. Quando Ana Júlia assume o governo em 2007, ela e sua equipe começam a realizar as mudanças de base, a exemplo do realizado por Lula; começam arrumando a casa para depois implementar políticas de efetivo alcance à população. Termina de equipar hospitais que em 12 anos os tucanos não concluíram, equipa em 4 anos um policiamento que estava ao Deus dará, faz concursos para a área de segurança (os tucanos fizeram apenas um em 12 anos), reforma escolas, entre outras ações.
Além das mudanças listadas, em 4 anos também foi possível começar a construir uma infraestrutura voltada ao planejamento do desenvolvimento. Quando se busca desenvolver de verdade uma região ou país, algumas ações são essenciais, e estas não foram feitas nos 12 anos de tucanato. Destacamos, por exemplo, a educação e capacitação. O Bolsa-Trabalho é um bom exemplo. Já são cerca de 70 mil beneficiados e mais de 22 mil com carteira assinada. É suficiente? Não! Mas é um programa consistente e que beneficia um público que antes era esquecido: os jovens. Muito ainda será feito via Bolsa-Trabalho.
Outra peça fundamental é ciência & tecnologia (C&T). Em 12 anos de tucanato não se ouviu falar em investimento de verdade em C&T. Em 4 anos foram criados parques de C&T que são muito promissores e essenciais para um estado que quer despontar e sair da estagnação.
E o que dizer do Ação Metrópole? É um exemplo de ação que pensa no planejamento urbano. É o passo inicial para viabilizar os terminais de integração, que possibilitarão maior mobilidade e economia aos usuários do serviço de transporte público.
E o NavegaPará? É o maior programa de inclusão digital do Brasil, reconhecido internacionalmente, inclusive. Já são vários municípios interligados via internet; são várias escolas atendidas e ainda há muito a ser feito.  
E a Alpa? Foi marca do governo tucano o discurso que diversificaria a base produtiva, mas nada fizeram em 12 anos. A Alpa é um primeiro passo de verticalização da produção, de agregação de valor aos produtos oriundos de nossa terra, de geração de emprego qualificado aos paraenses. A Alpa é uma realidade!
Enfim, são ações que estão mudando o Pará. São ações que estão diretamente vinculadas com a geração de oportunidades de negócio, de geração de emprego, com a melhoria da qualidade vida dos paraenses.
Não foi marca do governo Ana Júlia construir grandes obras para gringo ver. Grandes obras de infraestrutura são relevantes, mas não suficientes. O que se vem construindo é um cenário sólido que possibilitará nos próximos anos um crescimento sustentado, uma melhoria contínua e sem sazonalidade na qualidade de vida dos paraenses. A estimativa que deve ser alcançada de geração de cerca de 40 mil novos postos de trabalho em 2010 não é por acaso.
Esse é um novo Pará que estamos construindo com apoio e participação popular. Esse é o Pará que não tivemos em 12 anos de desgoverno tucano. Esse é o Pará que dá oportunidade e capacitação a nossa juventude. Esse é o Pará do futuro!
Por isso, é essencial no dia 03 de outubro renovar o voto de confiança no governo popular e democrático. Não podemos perde tudo isso!

Não nos deixemos seduzir por um discurso que congelou nossos sonhos por 12 anos. Vamos além! Vamos com Ana Júlia 13!!!



Proposta Democrática 13.

REELEGER ANA JÚLIA: TAREFA DE UMA GERAÇÃO

Por Leopoldo Vieira*

Como vem ocorrendo em todos os debates, o tema Juventude foi amplamente discutido, mas sempre como um apelo retórico dos demais candidatos. Ana Júlia foi a única que fez uma pergunta específica que, no caso do sorteio, caiu para o candidato do PSTU responder: “Cleber, você acha que é possível um projeto de desenvolvimento sem políticas públicas para a juventude?” Isso aconteceu porque Ana Júlia considera os jovens o elo decisivo entre o Pará do “Já teve” e o Pará que cresce, se industrializa e promove justiça social, por isso investe em políticas como o Bolsa-Trabalho, reforma escolas, realiza a meia-passagem intermunicipal, garante os kits escolares, introduziu o Navegapará, e tantas outras medidas.

Como não vêem o jovem como estratégico, portanto prioridade, as demais candidaturas “choveram no molhado”. Jatene sequer abordou o assunto, até porque pouco fez pela juventude em seu governo, deixando o Pará em 9º lugar no Índice de Desenvolvimento Juvenil (IDJ-UNESCO).

PSOL e PSTU afirmaram que nada é feito para tirar o jovem da criminalidade, das ruas e que faltam investimentos em esporte, cultura e lazer, chegando ao cúmulo de afirmar que os 22 mil jovens egressos do Bolsa-Trabalho direto ao mercado de trabalho, com carteira assinada, nada representa, pois isso corresponderia a somente 0,5% da população economicamente ativa. Não sabem do que falam.

Segundo a CAGED, 80% dos empregos gerados no Brasil (14 milhões) desde 2003, foram ocupados por jovens. Logo, dos 40 mil empregados gerados por Ana Júlia no Pará, também tiveram percentual semelhante. O Bolsa-Trabalho se propõe a qualificar sim uma parcela da juventude extremamente pobre e marginalizada, em situação de risco, com baixíssima escolaridade, e promove uma revolução de oportunidades, tirando ela da mais completa falta de perspectiva para a economia formal, com direitos trabalhistas. Exatamente por isso, o Bolsa-Trabalho ajuda a combater a entrada dos jovens no crime.

Ana Júlia transformou em lei uma reivindicação histórica da juventude, que é o direito de pagar meia-passagem em transportes terrestres e aquaviários, para ir às escolas e universidades para estudar. Agora, 100 mil jovens não deixaram de se formar e concluir seus estudos básicos porque não tem como pagar passagens. Com a meia-passagem intermunicipal e os kits escolares, Ana Júlia desonerou de forma significativa a renda doméstica familiar e deu condições dignas de estudo para jovens que antes sequer podiam comprar o material básico para um bom aprendizado.

Mas desonerar a renda doméstica não é um fim em si. Fazendo isso, ela contribui para amenizar um dos problemas fundamentais da educação: o abandono da escola, por parte dos jovens, em busca de trabalho, precocemente; ou a necessidade inviável de conciliar estudo bem aproveitado com jornada de trabalho.

Com a reforma de 650 escolas, melhora o ambiente de estudo e o desempenho escolar. Não é à toa que o Pará sai de 2,3 para 3,1 no Ideb, tendo crescido o dobro do resto do país e alcançando a meta estipulada pelo MEC para o estado.

Quem vê o Navegapará, como os demais candidatos, como “lan houses”, está por fora do século XXI. Isso, além de possibilitar que o jovem do interior, o de baixa renda, possa ter acesso ao entretenimento, informação e socialização virtual que só os jovens mais ricos gozavam, também pode desenvolver seu aprendizado pela educação à distância, portanto suas condições de formular seu projeto de vida e seus conhecimentos para as relações sociais e o mercado, e o mais importante: não serão analfabetos digitais, a maior tragédia que poderia acontecer para uma geração nascida no interior de uma inédita revolução tecno-informacional.

Sem contar que, na área cultural, a SECULT inovou, e selecionou editais específicos de cultura, que são voltados ao financiamento de atividades artísticas paraenses, só para jovens artistas e produtores culturais. Uma oportunidade enorme para eles fazerem o que gostam e ajudar a valorizar nossa cultura, num estado onde ela sempre foi vista como grande evento. Mas, o melhor ainda estar por vir.

Para impedir que o jovem de baixa renda abandone a escola, o programa de governo de Ana Júlia prevê a bolsa-educação, que vai possibilitar que ele não precise largar os estudos para trabalhar tão cedo, antes de concluir o ensino médio. Também prevê esta mesma bolsa para egressos do ProJovem e Bolsa-Trabalho, para que eles possam seguir estudando após a qualificação profissional e os recolocar no mercado de trabalho.

Para estruturar o tempo livre saudável, os 13 pontos de Ana Júlia “para acelerar as oportunidades da juventude”, prevê a interiorização, com referência onde tem Bolsa-Trabalho e ProJovem, das CASAs da Juventude, incluindo, agora, espaços para cultura (anfiteatros e salas de projeção), esporte (quadras/campos poliesportivos) e lazer, com cursinhos populares, bolsas-atleta e editais de cultura da juventude vinculados aos projetos desenvolvidos nesses centros, valorizando o jovem esportista e artista do município em questão. Oportunidade para a “galera” e para a cidade de modo geral mudar seus indicadores.

Esses são os dois carros-chefes da política de juventude “acelerada” do segundo mandato, mas não pára por aí. Para responder a uma questão urgente, conforme a “CPI da Pedofilia” verificou, o Bolsa-Trabalho terá reserva de vagas para jovens vítimas da exploração sexual, para que elas tenham uma oportunidade de fato de mudar de vida.

A Emater terá uma assessoria técnica voltada só aos jovens rurais, para seus projetos poderem acessar o crédito agrícola do Ministério do Desenvolvimento Agrário e as escolas tecnológicas terão, também, cotas para essa juventude do campo, que representa 43% da população juvenil do estado, e vai ela mesmo aprender a gerenciar e produzir para alimentar a sociedade.

No segundo mandato, teremos a introdução das cotas sócio-raciais na UEPA, para abrirmos o reconhecido curso de Medicina, por exemplo, para jovens de baixa renda e afrodescentes que, inclusive, por terem uma vida longe de ser fácil, poderão dar um novo ponto de vista para os profissionais que saem dali, sobre a questão, por exemplo, da falta de médicos do interior.

Se é verdade que o Pará tem a maior taxa de analfabetismo do Norte brasileiro, isso não passa em branco pela candidata Ana Júlia, que planeja, além de fortalecer o Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos-MOVA, enolver, a partir de um projeto de vivência, estudantes universitários para uma grande campanha de erradicação do analfabetismo, especialmente o juvenil, porque não podemos mais conceber, por justiça e pelos desafios que temos, mais uma geração de analfabetos.

Para completar o avanço, uma política estruturante que vê o jovem como motor do desenvolvimento com justiça social, a exemplo do que ocorre nacionalmente, Ana Júlia já prepara um amplo estudo, via IDESP, para o Poder Público conhecer todos os detalhes da condição socioeconômico-cultural dos jovens paraenses, para desenvolver um Plano estadual de oportunidades, válido por 10 anos, consistindo no planejamento do investimento na atual geração para fazer o Pará chegar ao século XXI.

Por fim, se no Brasil, a juventude se entusiasma com a grande fase do país, com crescimento de 5%/ano em média, Copa do Mundo, Olimpíadas, descoberta do pré-sal, passar da condição de devedor à credor do FMI, a transição de 30 milhões de pessoas da pobreza à classe média etc., no Pará, a Alpa e o Pólo do Biodiesel são dois paradigmas de que a tarefa política da atual geração neste momento é reeleger Ana Júlia governadora.

*Leopoldo integra a Juventude Partidária da Frente Popular Acelera Pará e é coordenador da campanha da Juventude Web no Pará, da candidata Dilma Rousseff. Leopoldo é também autor do livro ‘Juventude: Novas Bandeiras’, lançado recentemente.


Fonte: Site Ana Júlia 13 http://www.anajulia13.com.br


Proposta Democrática 13.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Artesãos serão incluídos no Bolsa Trabalho, garante Ana Júlia

A candidata à reeleição ao governo do Pará, Ana Júlia Carepa (PT), da Frente Popular Acelera Pará, participou de encontro, no início da noite desta quarta-feira (22), com cerca de 400 artesãos de várias regiões do Pará. Ela prometeu que incluirá a categoria dos artesãos ao Programa Bolsa Trabalho. “Vocês são muito importantes para economia do Pará porque ajudam a criar emprego e renda”, disse Ana Júlia.
Estavam presentes no encontro, realizado na sede social do Paysandu, cerca de 15 entidades de artesãos, entre associações e cooperativas de Belém, Região Metropolitana e do  interior. Também participaram do encontro o presidente da Associação dos Artesãos e Expositores do Pará - Amazônia (Artepam), Ricardo Teixeira, o presidente da Federação  das Associações e Cooperativas  de Artesãos do Pará (FACAPA), Darlindo Teixeira,e  a diretora de gestão portuária da CDP, Socorro Pirâmides.  “Nunca um governo apoiou tanto a nossa categoria. O governo de Ana Júlia foi sensível . Houve uma parceria ao longo desses quase quatro anos”, disse Teixeira.
Durante o encontro, Ana Júlia disse que vai assinar o Projeto de Lei do Programa do Artesanato Paraense, o qual está em análise na Sepof (Secretaria de Planejamento, Orçamento e Finanças). Entre outras coisas, a lei estabelece melhorias para os artesãos, como mais investimentos, espaços para escoamento da produção, uma arena para manifestações culturais etc . Também será criada a Casa do Artesão. “A lei está sendo formatada para vir para as minhas mãos. Vou assinar e enviar à Assembléia”, disse Ana Júlia.

Fonte: Site Ana Júlia 13 http://www.anajulia13.com.br.


Proposta Democrática 13.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

GALERA DO PROPOSTA DEMOCRÁTICA 13 EM AÇÃO

Veja a seguir algumas fotos da galera do PD13 em ação. São fotos de conversação com a população, panfletagem e bandeira em São Braz e na João Alfredo. É com um misto de alegria com seriedade que argumentamos com a população e somos muito bem recebidos por todos. 
Estamos a todo vapor em prol de um governo que vem mudando nosso estado, que despende atenção a quem realmente necessita, que vem gerando emprego e renda aos paraenses, que capacita jovens para o mercado de trabalho, que reforma escolas, que tem ações efetivas a favor da inclusão digital, da verticalização da produção e do reordenamento urbano.
É Ana Júlia 13 para continuar o desenvolvimento do Pará!!!





(Para ampliar, clique na imagem)



Proposta Democrática 13.

ESTAÇÃO 13 AVERMELHANDO A CIDADE

Abaixo cartazes da Estação 13, com pontos de encontro na Marambaia e no Terminal Rodoviário.
 Como já explicado anteriormente, trata-se um local onde os companheiros e companheiras do Proposta Democrática 13 e outros camaradas se reúnem para conversação, panfletagem e bandeirada.
É um local para dialogar com a população e mostrar o que tem sido feito pelo governo popular e democrático de Ana Júlia. É espaço também para ouvir as queixar e as perspectivas da população para o próximo governo.
Assim, aproximamos o eleitor da latente discussão do processo eleitoral e trocamos boas ideias.
De uma passadinha na Estaçao 13 você também!
Dia 3/out é Ana Júlia 13 para continuarmos crescendo com o Brasil!



(Para ampliar, basta clicar na imagem)



Proposta Democrática 13.

Esse é Ficha Limpa? (II)

Transcrevemos abaixo postagem do Blog do Claudio Humberto:

Cassado recentemente pelo Tribunal Superior Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa, o candidato ao Senado pelo Pará Jáder Barbalho (PMDB) não deve ficar por muito tempo solitário em seu Estado como portador do estigma de Ficha Suja. Jáder poderá ganhar em breve a companhia dos ex-governadores Almir Gabriel (sem partido) e Simão Jatene (PSDB). Os dois paraenses, aliados no passado e hoje adversários, respondem a processo antigo no mesmo TSE e, se depender da vontade do procurador-geral Eleitoral, Roberto Gurgel, terão o mesmo destino de Jader, ou seja, passarão à condição de inelegíveis pelos próximos oito anos. Mas a sorte de ambos depende do voto da ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, relatora (a sexta) do caso que está sob sua apreciação. Almir Gabriel e Simão Jatene são acusados de grave violação à Lei Eleitoral (9.504/97): transferência de cerca de R$ 60 milhões, por meio de uma chuva de convênios (mais de 500) a municípios paraenses, em 2002, dois meses antes das eleições para governador. Gabriel era governador e principal cabo eleitoral de Jatene, então um apagado seu secretário – mas que foi eleito, na avaliação da coligação "Frente Trabalhista", que representou contra os dois, justamente por conta do abuso de poder econômico. No caso, a transferência dos recursos do Estado a dezenas de municípios paraenses, dois meses antes da eleição, foi operada com claro intuito eleitoreiro, é expressamente proibida pelo artigo 73 da Lei Eleitoral.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

PROFESSORES E PESQUISADORES UNIVERSITÁRIOS APROVAM CARTA DE APOIO A ANA JÚLIA

Em reunião realizada no último dia 17 de setembro, na "Computer Store", cerca de duzentos professores e pesquisadores das diversas instituições de ensino superior e pesquisa do Pará aprovaram carta de apoio a Ana Júlia intitulada:

CARTA DE APOIO DOS PESQUISADORES E PROFESSORES UNIVERITÁRIOS DO PARÁ À REELEIÇÃO DE ANA JÚLIA.
Veja abaixo as fotos do evento e a Carta na íntegra!




(clique na carta para ampliar)

PARA NOVAS ADESÕES, ENVIE EMAIL PARA propostademocratica@gmail.com

Proposta Democrática 13.

AÇÕES PELO PROJETO DEMOCRÁTICO E POPULAR

A moçada do PD13 sabe que "quem sabe faz a hora não espera acontecer", assim estivemos em diversos pontos de Belém, com alegria e empolgação para construir a reeleição de Ana Júlia e a eleição de Dilma! Vejam a empolgação do pessoal na Marambaia e na Estação 13 da Marambaia:





Proposta Democrática 13.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

ESSE AQUI É FICHA LIMPA?

Quem te viu, quem te vê!


Fonte: Veja.com (17/02/2010). http://veja.abril.com.br/170210/sem-cargo-prisao-p-042.shtml



Fonte: ADUR-RJ (18/07/2007).
"Outro senador que já esteve detido é Flexa Ribeiro, do PSDB paraense. Ele foi preso na Operação Pororoca, que desvendou um esquema de fraudes em licitações públicas. Flexa foi eleito e o inquérito tramita no Supremo sob segredo de Justiça".


Fonte: Amapabusca (04/11/2004).
"Nas mais recentes prisões – que já são cerca de 15 – estão Rodolfo Juarez, irmão do secretário de Indústria, Comércio e Mineração, Jurandil Juarez, envolvido com obras no município de Santana; o empresário Fernando Flexa Ribeiro, um dos maiores fornecedores de medicamentos para o Estado, pego em Belém; (...)".



Senador Flexa Ribeiro já foi preso pela Operação Pororoca
Fonte: RepórterNews (18/02/2005).

Brasília - O senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) já chegou ao Senado, dia 11 de janeiro último, com a imagem comprometida. Dias antes, no decorrer da chamada Operação Pororoca, ele foi preso pela Polícia Federal com mais 29 políticos, empresários e servidores públicos, acusados de integrar uma quadrilha envolvida em fraudes em licitações públicas.
Procurado hoje, ele não retornou a ligação para falar sobre a nova denúncia de que a sua empresa, a Engeplan, é uma das recordistas de sonegação do INSS na Região Norte. No final da tarde, o gabinete de Flexa Ribeiro divulgou nota afirmando que ele não pertence mais à empresa desde 22 de dezembro do ano passado.
O mesmo argumento foi usado por Antonio Carlos Pacheco, que se identificou ao Estado como sendo um dos diretores da Engeplan. Ele tentou rebater a acusação, dizendo que Flexa Ribeiro teria se licenciado da empresa para assumir o mandato de senador, dia 22 de dezembro. Ou seja, quando as investigações da Polícia Federal estavam praticamente concluídas. Outra alegação de Pacheco, é que a denúncia "é improcedente" e que teria sido forjada "por petistas da coordenação regional da Previdência para denegrir a imagem do senador".
Flexa Ribeiro assumiu a vaga de suplente aberta com a eleição de Duciomar Costa para a prefeitura de Belém. Sua posse, apesar da prisão recente, foi prestigiada, entre outros, pelo governador do Pará, Simão Jatene, e a pela presidente do Tribunal de Justiça do Estado, desembargadora Maria do Nazaré Bravo. Na ocasião, ele disse que não foi "nem processado, nem incluído em nenhum inquérito".
Ribeiro segue à risca o modelo mais constante de suplente de senador, a do empresário que termina se envolvendo na política graças à capacidade de financiar campanhas. Alguns deles conseguem ganhar notoriedade e experiência para continuar na função, após serem eleitos. Mas no geral, eles se limitam a usufruir do restante do mandato, pelo qual pagaram a campanha, sem ter fôlego para seguir por conta própria na carreira política.



Grifo nosso.

Proposta Democrática 13.

PROPOSTAS DO GOVERNO POPULAR: SAÚDE

  • Garantir investimentos previstos no PAC-Pará na ordem de duzentos e noventa e seis (296) milhões de reais na reforma, construção e implantação de novas unidades hospitalares.
  • Melhorar e qualificar a atenção à saúde da Mulher e da Criança através de políticas para redução da mortalidade materna e infantil garantindo pré-natal de qualidade, referência hospitalar para as gestantes, expansão de UTIs e UCIs neonatal, elevação da cobertura vacinal e incentivo ao aleitamento materno.
  • Ações de promoção à saúde e prevenção de doenças através da ampliação do Programa deImunização, do fortalecimento da Vigilância Sanitária, do combate sistemático das endemias (dengue, malária, tuberculose, hanseníase e outras), da adoção de políticas públicas de redução da exposição a fatores de riscos (incentivo a prática de atividade física e a alimentação saudável) e a articulação dessas ações com a Atenção Primária.
  • Reorganizar e implementar a Rede Paraense de Laboratórios para monitoramento e qualificação do diagnóstico laboratorial para a vigilância em saúde, em especial, descentralização do Laboratório Central do Estado-LACEN-PA com previsão da estruturação e implantação em Altamira, Marabá, Conceição do Araguaia, Santarém e LACEN Fronteira em Oriximiná.
  • Coordenar os esforços de Vigilância em Saúde que integre a expertise do Evandro Chagas, UFPA, UEPA, Museu Goeldi, SESPA e demais centros de pesquisa do Estado de forma a fortalecer o sistema de monitoramento das endemias e agravos com a finalidade de robustecer o Observatório de Saúde do Pará.
  • Aumentar a cobertura da Atenção Primária (básica), com ênfase na Estratégia Saúde da Família, elevando o percentual de cobertura para 70% e de 100% para o Programa de Agentes Comunitários de Saúde.
  • Investimentos na ordem de duzentos milhões de reais para ampliar a oferta de procedimentos de atenção especializada ambulatorial e hospitalar e expandir a rede de urgência e emergência, com a construção de 18 novas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e 334 Unidades Básicas de Saúde previstas, previstos no PAC – Pará.
  • Construção de quatro prontos socorros regionais e mais quatro hospitais de pequeno porte (15 leitos) nos municípios de Garrafão do Norte, Bagre, Santa Luzia e Bonito e transformação do Hospital Abelardo Santos em referência de urgência e emergência da área metropolitana, com recursos previstos no PAC-Pará.
  • Expandir a cobertura da ATENÇÃO À SAÚDE BUCAL e o PROGRAMA BRASIL SORRIDENTE e ampliar a cobertura da população que recebe água fluoretada.
  • Garantir estratégia de atenção às populações em situação de vulnerabilidade social como: quilombolas, ribeirinhos, assentados e sem-terra, GLTB e deficientes e população carcerária, com foco na atenção primária, ampliação do Programa Rios da Saúde e da atenção à saúde realizada pelas unidades móveis.
  • Ampliar a rede de Agências Transfusionais para todos os municípios com rede hospitalar organizada no Estado do Pará e implantar o Centro de Cardiologia no Hospital Regional de Marabá, com recursos previstos no PAC-Pará.
  • Ampliar os serviços de Hemodiálise nos Hospitais Regionais de Altamira, Redenção, Santarém e Tucuruí.
  • Criar o Banco de Transplantes de Órgãos e Tecidos e implantar o Serviço de Transplantes de Medula Óssea no Estado do Pará.
  • Ampliar a Rede de Atenção Oncológica no Estado com a implantação do Unacon de Tucuruí e a conclusão do Hospital Oncológico Infantil em Belém, com recursos previstos no PAC-Pará
  • Ampliar e fortalecer as políticas de desenvolvimento do Complexo Produtivo e da Rede de Pesquisas da área da Saúde. Investir em pesquisa e produção de insumos na área farmacêutica e apoiar à organização e produção de fitoterápicos, implantando o Laboratório Farmacêutico do Estado e a Fábrica de Fitoterápicos.
  • Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração para todos os trabalhadores de saúde do Governo do Pará.
  • Implantar a Escola de Saúde Coletiva (Pública) com foco na formação de pós-graduação e expandir as ações da Escola Técnica do SUS e expandir a interiorização dos cursos da área da saúde, como: medicina, enfermagem, odontologia, psicologia, serviço social e saúde coletiva para todos os pólos regionais do Estado do Pará.
  • Criar o Programa NavegaSUS no Estado do Pará como forma de inserir os estudantes universitários na rede assistencial do Estado e possibilitar o intercâmbio entre os estudantes da área de saúde.
  • Implantar o prontuário eletrônico e a identificação única na saúde por meio de uma rede de informação e comunicação do SUS, com a inclusão nos prontuários da informação sobre orientação sexual e identidade de gênero dos (das) pacientes.
  • Criar Consórcios públicos para administração dos Hospitais Regionais.
  • Fortalecer a saúde mental e promover o tratamento do uso abusivo do álcool, do crack e de outras drogas através da implantação progressiva e integração de equipes de saúde mental de apoio e suporte com as equipes de saúde da família, de modo a assegurar a atenção integral em saúde mental na rede básica.
  • Fortalecer a gestão participativa, regionalizada e com controle social, reestruturando as Regionais de Saúde, como suporte técnico e político; continuando a garantir que os investimentos em saúde e definição de políticas sejam discutidos e aprovados nas instâncias de controle social do SUS.
  • Ampliar as ações de saúde do trabalhador, através da reorganização dos Cerests (Centros de Referência em Saúde do Trabalhador), para que estes desempenhem o papel fundamental de prevenção de doenças e acidentes do trabalho e expansão dos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador para todos os Pólos Regionais do Estado do Pará.

Fonte: Site Ana Júlia 13 http://www.anajulia13.com.br/.

Confira todas as propostas no site Ana Júlia 13.

Proposta Democrática 13.

LULA DIZ NÃO AO DESRESPEITO COM AS DIARISTAS


O presidente Luis Inácio Lula da Silva condenou ontem, em comício em Belém, a propaganda política da frente Juntos com o Povo, que ridicularizou a figura de uma diarista para compará-la, de forma pejorativa, à governadora Ana Julia. “Prefiro ser diarista do que fazer política como eles fizeram em 200 anos desse pais. Prefiro levar o sustento dos meus filhos com o suor do meu rosto, do que não ter como explicar o dinheiro que levo pra casa”, disse o presidente Lula ao pedir o apoio do povo paraense a reeleição de Ana Julia governadora.
“Chegou a hora da diarista dar o troco na elite política deste estado. Deus queira que ela (Ana Julia) nunca perca a alma de uma diarista, pois ela trabalha a vida inteira na casa dos ricos sem nunca roubar nem um centavo. Pois este país não precisa ser governado com a inteligência da cabeça, mas com a inteligência do coração, como quem cuida de cada filho”, discursou o presidente no maior comício já realizado nesta campanha do Partido dos Trabalhadores, com cerca de 50.000 pessoas.
“Meu povo guerreiro de Belém, vocês foram leais a mim em todas as eleições que disputei. Eu queria que o mesmo carinho fosse dispensado à Dilma e Ana Júlia”, afirmou o presidente.
“Quero pedir ao povo do estado do Pará que vai votar na Dilma e que dedicou amor e carinho a mim por todos estes anos. Que votem nessa mulher para ser governadora do estado do Pará, pois certamente a Dilma trabalhará mais com ela”, ressaltou Lula.
O presidente de honra do PT afirmou também que os opositores de Ana Júlia não respeitam as mulheres, as trabalhadoras e a governadora. “Esses oponentes nasceram no mesmo útero. vindo da antiga Arena e que, enquanto eles governavam o país, o PT estava embaixo, brigando por moradia, emprego, salário, segurança, educação e saúde”, disse o presidente.
Ana Júlia aproveitou para denunciar o preconceito das elites. “Não suportaram lhe ver presidente, operário, trabalhador, dando lição para os que só governavam para elites”, disse ela, ao acusar os tucanos de terem feito tudo para atrapalhar o seu governo. “Sou mulher e do PT. Não se conformam que uma mulher está melhorando a segurança, deu uniforme para estudantes e fez o maior programa de inclusão social da América Latina, o Bolsa Trabalho, que já envolveu 70 mil jovens, 22 mil dos quais já conseguiram emprego”.
Fonte: Site Ana Júlia http://www.anajulia13.com.br/ (18/09/2010).





Proposta Democrática 13.

PLENÁRIA SUELY 13014

Postamos abaixo o convite da Plenária Geral da Vitória, da companheira Suely 13014.

São os candidatos da Frente Popular Acelera Pará discutindo propostas para o estado continuar crescendo e defendendo a importância da reeleição de Ana Júlia 13 para continuarmos o desenvolvimento do Pará pautado na distribuição de renda e na diminuição das desigualdades socioeconômicas.

O Pará não pode voltar aos tempos de desgoverno, onde a população mais carente ficava fora das políticas públicas. Agora vivemos outra realidade. E isso não pode parar!

Dia 3/out é Ana Júlia 13!   





Proposta Democrática 13.

sábado, 18 de setembro de 2010

AS TRABALHADORAS DOMÉSTICAS E SUA IMPORTÂNCIA ECONÔMICA E SOCIAL NO GÊNERO FEMININO (II)

No Pará tínhamos, em 2009, 3,2 milhões de trabalhadores, segundo a Pesquisa Nacional por Amostragem Domiciliar (Pnad), deste universo cerca de 1,95 milhão são homens e 1,26 milhão são mulheres. Considerando que 246 mil trabalhadores não têm rendimento e desses, 137 mil são mulheres (provavelmente donas de casa), temos então 1,13 milhão trabalhadoras do sexo feminino remuneradas.


Evolução do número de trabalhadores, segundo o sexo - Pará (2004-2009)

Fonte: Pnad/Ibge. (clique na figura para ampliar)

O número de empregadas domésticas em 2009 era de 222 mil. Detalhando esse total, temos 209 mil pessoas do sexo feminino domésticas contra 13 mil pessoas do sexo masculino, em termos percentuais 94% dos trabalhadores domésticos são do sexo feminino, portanto basicamente uma categoria de trabalhadores do gênero feminino. ATAQUES A ESSAS TRABALHADORAS É ATAQUE AS MULHERES EM GERAL.

Evolução do número de trabalhadores domésticos, segundo o sexo - Pará (2004 - 2009)
Fonte: Pnad/Ibge. (clique na figura para ampliar)


Considerando agora apenas os trabalhadores remunerados, temos pouco menos de 3 milhões de pessoas, onde 1,27 milhão são mulheres. Então, com relação ao número de trabalhadores remunerados do sexo feminino 18,5% são domésticas. Praticamente uma em cada cinco mulheres trabalhadoras remuneradas tem como ocupação principal o trabalho enquanto domésticas.


Evolução do número de trabalhadores do sexo feminino, segundo o trabalho principal e a posição na ocupação - Pará (2004-2009)

Fonte: Pnad/Ibge. (clique na figura para ampliar)


Os números falam por si mesmo, as palavras são cortantes quando discriminam e não respeitam aquelas que de forma cotidiana tratam de lares e crianças de outros, ao mesmo tempo em que com suas pequenas rendas ganhas mantêm seus lares e o cuidado com suas próprias crianças.
Abaixo o vídeo A resposta da Diarista. Vale a pena conferir! Ouvir algumas verdades não faz a ninguém. 

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Veja o diálogo discriminador abaixo e forme sua própria opinião (retirado do programa Tucano de TV):
“Tucano: - Varrendo de novo, tá tudo arrumado já!
Diarista: - Eu só sei fazer isso, repetir mil vezes a mesma coisa.
Tucano: - Quando a Senhora chegou por aqui tava tudo arrumado, não tinha nada para se arrumar..
Diarista: - 4 anos arrumando a casa eu não sei fazer outra coisa, quando tá tudo arrumado eu desarrumo tudo para arrumar tudo de novo!”

O que está por detrás disto é a discriminação contra o gênero feminino e não somente as trabalhadoras domésticas. O machismo e o descaso com o lar é a tônica desses senhores que durante doze anos desmandaram e destruíram o lar “Pará”.



Proposta Democrática 13.